Cidade
Município anuncia primeiras medidas do Lapa Legal
O prefeito Eduardo Paes, a secretária Municipal de Cultura Jandira Feghali e os demais secretários envolvidos no Lapa Legal visitam nesta quarta-feira, 24 de junho, às 10 horas, os locais das principais intervenções do projeto, um conjunto de ações de diversos órgãos da Prefeitura que têm por objetivo revitalizar uma das áreas culturais mais importantes da cidade.
A região receberá uma série de melhorias, como nova iluminação nas principais vias, assentamento dos ambulantes, controle acústico, segurança, com guarda municipal 24 horas por dia e organização das vagas de estacionamento. Pessoas com deficiência e idosos terão acesso facilitado graças à construção de 37 novas rampas.
Na ocasião será feito o anúncio do Núcleo Histórico Cultural da Lapa. A Prefeitura do Rio criou, através do Decreto nº 30.382, o Grupo de Trabalho Lapa Legal para promover o ordenamento urbano e as potencialidades da região da Lapa e seu entorno, presidido pela Secretária Municipal de Cultura Jandira Feghali, envolvendo diversas secretarias e empresas públicas municipais.
Obras e melhorias
O projeto para requalificação da iluminação pública será iniciada no dia 24 de junho na área definida como prioritária pelo Grupo de Trabalho: Rua do Passeio. Serão disponibilizados pessoal, equipamentos e transporte para atender cerca de 100 pontos de luz na rua do Passeio.
A Prefeitura já iniciou a recuperação das pedras portuguesas no entorno da Praça Cardeal Câmara, próximo aos Arcos da Lapa. A Secretaria Municipal de Obras já está fazendo a manutenção de rotina, incluindo a recuperação da iluminação e da pavimentação, nas ruas que incluem o Lapa Legal: Avenida Mem de Sá, República do Paraguai, Ruas do Passeio, Evaristo da Veiga, Teixeira de Freitas, Visconde de Maranguape, das Marrecas, Moraes e Vale e Largo da Lapa.
Acessibilidade
Serão construídas 37 rampas para pessoas com deficiência. Duas já estão concluídas na Avenida Almirante Barroso, esquina com Largo da Carioca e Avenida 13 de Maio. Também está em andamento a construção de rampas na Rua República do Paraguai, com Rua Mem de Sá, na região da Lapa.
Neste trecho serão construídas oito rampas. Outras ruas beneficiadas serão: Travessa Mosqueira, Rua Regadas e Largo da Lapa. A previsão dos técnicos é de que o trabalho esteja concluído em cinco meses.
Feira noturna
A Secretaria Especial da Ordem Pública (Seop) está regulamentando a Feira Noturna Lapa Legal, que funcionará de quarta a domingo, das 19h às 3h30min, na calçada da Sala Cecília Meireles e no espaço entre os Arcos da Lapa e o Anfiteatro. Inscreveram-se 215 pessoas e, destas, foram sorteados 82 feirantes, para a Feira Noturna Lapa Legal (70 na praça da Lapa e 12 na calçada Cecília Meireles).
Estacionamento
Será feita a regularização e a fiscalização das vagas em espaços públicos. Haverá o estabelecimento de três pontos de táxi localizados na Rua Mem de Sá, na Av. Chile e na Rua do Resende (próxima à Rua do Lavradio), que serão ocupados individualmente sem cooperativas com número limitado do decreto de regulamentação. Haverá também um bolsão de taxi na Praça Mahatma Gandhi. Segurança A região terá patrulhamento ostensivo por 24h por dia. Esse patrulhamento será feito pela Guarda Municipal.
Controle acústico
A região da Lapa e seu entorno, por suas peculariedades e características históricas e sociais, necessitam de uma revisão urbano-ambiental do uso do solo. Há que ser reavaliada e planejada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, de forma integrada entre diversos setores da Prefeitura, visando compatibilizar o uso residencial com as atividades econômicas, destacando-se aí, as culturais, turísticas e de lazer.
Serão revistos os parâmetros de níveis sonoros, incluindo um novo ordenamento espacial, mais realista e factível, que atenda melhor aos diversos interesses da área.
Restauro e iluminação cênica dos Arcos da Lapa
A Prefeitura está trabalhando por parcerias para o restauro e iluminação dos Arcos da Lapa.
Publicado em 24/06/2009
fonte: http://www.rio.rj.gov.br/pcrj/destaques/cidade_lapa.htm
domingo, 6 de setembro de 2009
O carioca é cúmplice com a zona em que vivemos nesta cidade
03/09/2009 - 17:34 | Enviado por: Andre Balocco
O Rio de Janeiro continua lindo - mas estou cansado de ouvir e ver os turistas exaltarem a natureza e execrarem a falta de cuidado do carioca com a cidade. Fico estarrecido ao ver as ruas esburacadas e as calçadas com verdadeiros rombos - a maioria causada por carros que as invadem para que seus donos possam estacioná-los. O que mais me espanta, no entanto, é a complacência do cidadão com o constante desrespeito, talvez uma espécie de cumplicidade. No Rio, tudo que é público é vazadouro de lixo, de porcaria. Ninguém reclama quando alguém joga um papel na rua, mesmo há, a um braço de distância, uma lata de lixo daquelas laranjas. Ninguém, absolutamente ninguém reclama. A queixa fica sempre para depois, nos almoços de domingo, nas filas de banco, nas filas de hospitais, dentro dos ônibus, nos trens e metrôs. Lá, sempre que pode, ele eleva a voz para dizer que o Rio está "um lixo, abandonado, sujo". Curioso de verdade aqui na minha Copacabana são os camelôs. Sempre ouço as pessoas falarem mal deles, mas sempre que encontram alguma coisa "interessante", param, compram e estimulam a camelotagem. Ora, paguem o preço! Se não querem camelôs, não comprem em camelôs! Ou então deixem as pessoas trabalharem, mas de maneira organizada, ok? Vamos dar uma olhada nesta foto aqui embaixo. Um primor de irregularidades. Num único click, são três: pessoas no meio da rua tebntando acessar um transporte público; uma van parada para pegar estes passageiros no meio da rua - estas vnas são legalizadas? e finalmente uma caçamba de entulho ocupando uma pista de rolamento no lado esquerdo da mão, onde é proibido estacionar, com uma frase que sintetiza a zona que permitimos viver: Rio Limpo.
Os choques de ordem, que no começo do governo Paes foram apregoados como uma verdadeira revolução para mudar o cotidiano do Rio, perderam força e ninguém mais parece ter medo deles. Tanto que os dribles estão de pé, firmes e fortes, e poucos parecem se importar. Óbserve esta outra foto, um pouco mais adiante, já na Praça Eugênio Jardim, na altura do Corte Cantagalo, a alguns metros do quartel do Corpo de Bombeiros. Mais uma vez, o descaso, o "pouco -me-importo-com-você" do carioca. Uma senhora, com sua bengala, atravessa por um corredor polonês formado por uma destas caçambas de entulho - desta vez na calçada, e um um carro estacionado. Atrás deste carro, outro carro, e mais outro, e outro...Repare lá no fundo a cidadania estraçalhada, humilhada pela ignorância, a complacência e a cumplicidade. Quem cala hoje, amanhã estaciona.
Será que alguns destes donos de carros têm medo de choques de ordem? Sinceramente, acho que a prefeitura deveria esquecer este espetáculo midiático de "choque de isso, choque de aquilo" e trocar os holofotes por um trabalho constante e sério em todas as suas áreas de competência. Só assim o Rio vai ser, de verdade, a cidade mais feliz do mundo, como a classificou uma revista nesta quinta-feira. Custa dar uma forcinha?
fonte:cidade copacabana- Andre Balocco
O Rio de Janeiro continua lindo - mas estou cansado de ouvir e ver os turistas exaltarem a natureza e execrarem a falta de cuidado do carioca com a cidade. Fico estarrecido ao ver as ruas esburacadas e as calçadas com verdadeiros rombos - a maioria causada por carros que as invadem para que seus donos possam estacioná-los. O que mais me espanta, no entanto, é a complacência do cidadão com o constante desrespeito, talvez uma espécie de cumplicidade. No Rio, tudo que é público é vazadouro de lixo, de porcaria. Ninguém reclama quando alguém joga um papel na rua, mesmo há, a um braço de distância, uma lata de lixo daquelas laranjas. Ninguém, absolutamente ninguém reclama. A queixa fica sempre para depois, nos almoços de domingo, nas filas de banco, nas filas de hospitais, dentro dos ônibus, nos trens e metrôs. Lá, sempre que pode, ele eleva a voz para dizer que o Rio está "um lixo, abandonado, sujo". Curioso de verdade aqui na minha Copacabana são os camelôs. Sempre ouço as pessoas falarem mal deles, mas sempre que encontram alguma coisa "interessante", param, compram e estimulam a camelotagem. Ora, paguem o preço! Se não querem camelôs, não comprem em camelôs! Ou então deixem as pessoas trabalharem, mas de maneira organizada, ok? Vamos dar uma olhada nesta foto aqui embaixo. Um primor de irregularidades. Num único click, são três: pessoas no meio da rua tebntando acessar um transporte público; uma van parada para pegar estes passageiros no meio da rua - estas vnas são legalizadas? e finalmente uma caçamba de entulho ocupando uma pista de rolamento no lado esquerdo da mão, onde é proibido estacionar, com uma frase que sintetiza a zona que permitimos viver: Rio Limpo.
Os choques de ordem, que no começo do governo Paes foram apregoados como uma verdadeira revolução para mudar o cotidiano do Rio, perderam força e ninguém mais parece ter medo deles. Tanto que os dribles estão de pé, firmes e fortes, e poucos parecem se importar. Óbserve esta outra foto, um pouco mais adiante, já na Praça Eugênio Jardim, na altura do Corte Cantagalo, a alguns metros do quartel do Corpo de Bombeiros. Mais uma vez, o descaso, o "pouco -me-importo-com-você" do carioca. Uma senhora, com sua bengala, atravessa por um corredor polonês formado por uma destas caçambas de entulho - desta vez na calçada, e um um carro estacionado. Atrás deste carro, outro carro, e mais outro, e outro...Repare lá no fundo a cidadania estraçalhada, humilhada pela ignorância, a complacência e a cumplicidade. Quem cala hoje, amanhã estaciona.
Será que alguns destes donos de carros têm medo de choques de ordem? Sinceramente, acho que a prefeitura deveria esquecer este espetáculo midiático de "choque de isso, choque de aquilo" e trocar os holofotes por um trabalho constante e sério em todas as suas áreas de competência. Só assim o Rio vai ser, de verdade, a cidade mais feliz do mundo, como a classificou uma revista nesta quinta-feira. Custa dar uma forcinha?
fonte:cidade copacabana- Andre Balocco
sábado, 5 de setembro de 2009
O projeto que agora é chamado de Lapa Legal
By Lucio Costa
O projeto que agora é chamado de Lapa Legal vem sendo elaborado desde 2003; quando houve uma das primeiras retiradas de ambulantes na Lapa. Desde então, ambulantes que lá trabalhavam foram capacitados e treinados, em vários eventos que se seguiram.
Foram cadastrados e por varias vezes a fiscalização trabalhou no local para verificar a freqüência e o comportamento dos ambulantes. Isto gerou um processo no qual todas as avaliações foram elaboradas por técnicos, inclusive uma listagem das pessoas que realmente trabalhavam no local.
Depois disto, foram feitos vários eventos para se ter a certeza de que o projeto teria sucesso (Carnaval/ Festa Junina/ Festa do dia da criança). O principal objetivo era qualificar os trabalhadores. Um dos cursos mais importantes foi o de manipulação de alimentos; aplicado pela Vigilância Sanitária. O curso além de ensinar técnicas de conservação e manipulação de alimentos apresentava hábitos e comportamentos saudáveis.
Talvez agora o Secretário de Ordem Pública comece a entender os projetos de ordenamento elaborados pela antiga administração.
Quando implanta o projeto “Lapa Legal” reconhece a necessidade de se implantar projetos sérios e vive a realidade de uma atividade econômica que implora para sair da informalidade.
Para que um projeto assim dê resultados é necessário tempo e paciência, pois depende diretamente da mudança de hábitos do cidadão, há muito enraizado em nossa cultura.
O projeto Lapa Legal tem que ser o início de um processo de transformação de todos os outros que já existem e todos aqueles que foram elaborados ou estão em andamento há tanto tempo.
Boa Sorte aos trabalhadores da Feira noturna da Lapa, agora não mais informais.
fonte: blog L.COSTA
O projeto que agora é chamado de Lapa Legal vem sendo elaborado desde 2003; quando houve uma das primeiras retiradas de ambulantes na Lapa. Desde então, ambulantes que lá trabalhavam foram capacitados e treinados, em vários eventos que se seguiram.
Foram cadastrados e por varias vezes a fiscalização trabalhou no local para verificar a freqüência e o comportamento dos ambulantes. Isto gerou um processo no qual todas as avaliações foram elaboradas por técnicos, inclusive uma listagem das pessoas que realmente trabalhavam no local.
Depois disto, foram feitos vários eventos para se ter a certeza de que o projeto teria sucesso (Carnaval/ Festa Junina/ Festa do dia da criança). O principal objetivo era qualificar os trabalhadores. Um dos cursos mais importantes foi o de manipulação de alimentos; aplicado pela Vigilância Sanitária. O curso além de ensinar técnicas de conservação e manipulação de alimentos apresentava hábitos e comportamentos saudáveis.
Talvez agora o Secretário de Ordem Pública comece a entender os projetos de ordenamento elaborados pela antiga administração.
Quando implanta o projeto “Lapa Legal” reconhece a necessidade de se implantar projetos sérios e vive a realidade de uma atividade econômica que implora para sair da informalidade.
Para que um projeto assim dê resultados é necessário tempo e paciência, pois depende diretamente da mudança de hábitos do cidadão, há muito enraizado em nossa cultura.
O projeto Lapa Legal tem que ser o início de um processo de transformação de todos os outros que já existem e todos aqueles que foram elaborados ou estão em andamento há tanto tempo.
Boa Sorte aos trabalhadores da Feira noturna da Lapa, agora não mais informais.
fonte: blog L.COSTA
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Economia informal cresce em meio à crise, aponta FGV
14/05/2009 - 14h26
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CIRILO JUNIOR
da Folha Online, no Rio
A chamada economia "subterrânea" --produção de bens e serviços não reportada ao governo--, que mede o mercado informal e os movimentos ilegais entre os formais, cresceu ainda mais durante os primeiros impactos da crise econômica no país, no último trimestre do ano passado.
Naquele período, essa economia teve expansão de 13,6% dentro do PIB (Produto Interno Bruto), impulsionada pela falta de crédito no mercado formal, que pode ter levado as empresas a recorrerem a atividades não-declaradas ao governo.
Nos três trimestres anteriores, a expansão da economia subterrânea dentro da economia total não havia sido superior a dois dígitos. Segundo o Etco (Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial), a economia informal representa de 20% a 30% do PIB. O levantamento da FGV não detalha valores dessas participações.
"A gente percebe é que a parada de crédito deu uma pancada muito forte na economia formal, mas os dados não mostram a economia subterrânea sendo afetado por ela. É até natural, visto que, como é subterrânea, não necessita do crédito para continuar o seu movimento", afirmou o pesquisador Fernando de Holanda Barbosa, do Ibre (Instituto Brasileiro de Economia), da FGV (Fundação Getúlio Vargas).
De dezembro de 2007 a dezembro de 2008, a economia subterrânea teve expansão de 27,1% no PIB, a maior da série iniciada em 2003. Esse movimento foi influenciado também pelo aumento da atividade econômica durante boa parte do ano passado, que acabou impulsionando a economia ilegal.
"As economias crescem em paralelo, uma alimenta a outra. Renda gerada na economia subterrânea é gasto na economia formal, e renda gerada na economia formal também é gasto na economia subterrânea", explicou.
Outros fatores, no entanto, também determinam o índice da FGV, como o nível da carga tributária do país, a percepção da corrupção junto a empresários e o nível das exportações, que segundo Barbosa, é um bom medidor das irregularidades, pela grande burocratização.
"As variáveis todas combinadas, com exceção da exportação, implicaram nesse aumento. O nível de atividade contribuiu porque o desemprego estava caindo e a carga tributária mais uma vez foi o fator com maior contribuição. E a corrupção também", observou.
Os dados da pesquisa mostram que até setembro, o nível de atividade econômica era o principal fator que impulsionava a economia subterrânea. Depois da crise, a influência da carga tributária levou mais gente ao campo da economia ilegal.
"Isso é um sintoma de que alguma coisa está estranha com a economia brasileira. Deve ter alguma coisa empurrando as empresas para a economia subterrânea, ao invés de ir para a formal. A principal variável que a gente vê é a carga tributária, ela explica grande parte desse aumento", comentou Barbosa.
FONTE: Folha Online
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CIRILO JUNIOR
da Folha Online, no Rio
A chamada economia "subterrânea" --produção de bens e serviços não reportada ao governo--, que mede o mercado informal e os movimentos ilegais entre os formais, cresceu ainda mais durante os primeiros impactos da crise econômica no país, no último trimestre do ano passado.
Naquele período, essa economia teve expansão de 13,6% dentro do PIB (Produto Interno Bruto), impulsionada pela falta de crédito no mercado formal, que pode ter levado as empresas a recorrerem a atividades não-declaradas ao governo.
Nos três trimestres anteriores, a expansão da economia subterrânea dentro da economia total não havia sido superior a dois dígitos. Segundo o Etco (Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial), a economia informal representa de 20% a 30% do PIB. O levantamento da FGV não detalha valores dessas participações.
"A gente percebe é que a parada de crédito deu uma pancada muito forte na economia formal, mas os dados não mostram a economia subterrânea sendo afetado por ela. É até natural, visto que, como é subterrânea, não necessita do crédito para continuar o seu movimento", afirmou o pesquisador Fernando de Holanda Barbosa, do Ibre (Instituto Brasileiro de Economia), da FGV (Fundação Getúlio Vargas).
De dezembro de 2007 a dezembro de 2008, a economia subterrânea teve expansão de 27,1% no PIB, a maior da série iniciada em 2003. Esse movimento foi influenciado também pelo aumento da atividade econômica durante boa parte do ano passado, que acabou impulsionando a economia ilegal.
"As economias crescem em paralelo, uma alimenta a outra. Renda gerada na economia subterrânea é gasto na economia formal, e renda gerada na economia formal também é gasto na economia subterrânea", explicou.
Outros fatores, no entanto, também determinam o índice da FGV, como o nível da carga tributária do país, a percepção da corrupção junto a empresários e o nível das exportações, que segundo Barbosa, é um bom medidor das irregularidades, pela grande burocratização.
"As variáveis todas combinadas, com exceção da exportação, implicaram nesse aumento. O nível de atividade contribuiu porque o desemprego estava caindo e a carga tributária mais uma vez foi o fator com maior contribuição. E a corrupção também", observou.
Os dados da pesquisa mostram que até setembro, o nível de atividade econômica era o principal fator que impulsionava a economia subterrânea. Depois da crise, a influência da carga tributária levou mais gente ao campo da economia ilegal.
"Isso é um sintoma de que alguma coisa está estranha com a economia brasileira. Deve ter alguma coisa empurrando as empresas para a economia subterrânea, ao invés de ir para a formal. A principal variável que a gente vê é a carga tributária, ela explica grande parte desse aumento", comentou Barbosa.
FONTE: Folha Online
Anônimo disse...
Anônimo disse...
Oi meu nome é Williana Carine, sou moradora de Realengo e trabalho em Botafogo, venho por meio desta fazer a ti um grande apelo. Todos os dias ao vir trabalhar passo pelo comércio ambulante de Botafogo DA RUA NELSON MANDELA, observando todos os trabalhadores q ali existe, observo que todos, a maioria são idosos, e q ali é o único modo de sobrevivência dos mesmos, ali trabalham muitas viúvas, gente jovens também começando seu 1º negócio, é bonito ver pessoas honestas trabalhando, com amor e carinho, são famílias que existe ali, pessoas que não tem como mais arrumar emprego devido a idade e também jovens que sonham um dia ter o seu próprio negócio legalizado, e por final são seres humanos com sentimentos, porém este seres estão em desespero, angustiados, e uns até já mortos, porque? A Prefeitura está querendo tirar todos dali, sem dar uma posição de futuro, vejo todos os dias lágrimas nos olhos daqueles seres, vão perder tudo em que dedicaram anos e anos na sua vida, a Prefeitura atacou 7 dos mais de 100 kiosques do comércio de ambulantes de Botafogo da RUA NELSON MANDELA, e atacaram a noite depois q todos haviam ido para suas casas, não dando a oportunidade de retirarem seus pertences, sim os mesmo receberam notificações para saírem de lá, mas agora me fala se aquele fosse seu único modo de sobreviver abandonaria? Acho que não. .
]
Aguardo resposta.
Abraços Carine
CARINE
Ontem fomos ao seop com duas lideranças de botafogo, e semana que vem será marcada uma reunião com o secretario,apesar de vc não ser ambulante, agradeço sua preocupação com pessoas que só querem ter direito ao trabalho.
um abração.
Leila Da Lapa
Oi meu nome é Williana Carine, sou moradora de Realengo e trabalho em Botafogo, venho por meio desta fazer a ti um grande apelo. Todos os dias ao vir trabalhar passo pelo comércio ambulante de Botafogo DA RUA NELSON MANDELA, observando todos os trabalhadores q ali existe, observo que todos, a maioria são idosos, e q ali é o único modo de sobrevivência dos mesmos, ali trabalham muitas viúvas, gente jovens também começando seu 1º negócio, é bonito ver pessoas honestas trabalhando, com amor e carinho, são famílias que existe ali, pessoas que não tem como mais arrumar emprego devido a idade e também jovens que sonham um dia ter o seu próprio negócio legalizado, e por final são seres humanos com sentimentos, porém este seres estão em desespero, angustiados, e uns até já mortos, porque? A Prefeitura está querendo tirar todos dali, sem dar uma posição de futuro, vejo todos os dias lágrimas nos olhos daqueles seres, vão perder tudo em que dedicaram anos e anos na sua vida, a Prefeitura atacou 7 dos mais de 100 kiosques do comércio de ambulantes de Botafogo da RUA NELSON MANDELA, e atacaram a noite depois q todos haviam ido para suas casas, não dando a oportunidade de retirarem seus pertences, sim os mesmo receberam notificações para saírem de lá, mas agora me fala se aquele fosse seu único modo de sobreviver abandonaria? Acho que não. .
]
Aguardo resposta.
Abraços Carine
CARINE
Ontem fomos ao seop com duas lideranças de botafogo, e semana que vem será marcada uma reunião com o secretario,apesar de vc não ser ambulante, agradeço sua preocupação com pessoas que só querem ter direito ao trabalho.
um abração.
Leila Da Lapa
O QUE É PERMITIDO OU NÃO NO COMÉRCIO AMBULANTE
O que é permitido
Entre as mercadorias permitidas para venda estão artigos de artesanato, de toucador (escova, pente, presilhas, tererês, elásticos, prendedores de cabelo e maquiagem), de couro, de plástico e de armarinho; peças de roupa; quinquilharias (bijuterias, brinquedos de criança); "souvenirs"; calçados de fabricação caseira (tamanco, chinelo, sandália); artigos de praia e de beleza; cartão telefônico; plantas medicinais, ornamentais, frutíferas, flores naturais e artificiais; balas e doces embalados; artigos de limpeza; pequenas ferragens; miudezas de copa e cozinha; artigos de papelaria, de escritório e escolares; impressos, imagens, estampas e folhetos; obras de pintores e artistas plásticos; moedas antigas, livros, revistas e discos usados; bilhetes de loteria, raspadinhas; sanduíches em geral, cachorro-quente, salgados, pizzas, pastéis, empadas, sorvetes, pipoca, algodão doce, guloseimas, água mineral, refrigerantes, leite e seus derivados - desde que embalados -, pão, frutas, legumes, verduras, churros, café, chocolate, miúdos de rês, ovos, amendoim confeitado ou torrado, peixe, frutos do mar, aves ou pequenos animais abatidos e seus derivados, milho verde e batata frita. Também estão autorizados serviços de funileiro, chaveiro, amolador, fotógrafo, empalhador, conserto de guarda-chuvas e engraxate.
O que é proibido
Mate, bebidas alcoólicas, com exceção de chope e cerveja; cigarros e fumo em geral; armas, munição, facas e outros objetos considerados perigosos; produtos inflamáveis, corrosivos e explosivos; pássaros e outros animais, sendo vedada também a exploração de seus instintos e habilidades sob qualquer forma; alimentos preparados no local, exceto pipoca, algodão doce, amendoim, milho verde, churros, sanduíches em geral, cachorro quente e produtos pré-fabricados por cocção (cozimento) em veículos apropriados, sapatos, malas e roupas, exceto pequenas peças de vestuário; relógios, óculos, medicamentos e artigos eletroeletrônicos; título patrimonial de clubes - ou quaisquer entidades particulares e rifas; outros artigos que não estejam expressamente previstos na lei e que, a juízo do Poder Executivo, ofereçam perigo à saúde pública ou possam apresentar qualquer inconveniente.
Locais proibidos para o comércio ambulante
Em frente à entrada de edifício e repartição pública, quartéis, escolas, hospitais, bancos, templos religiosos, monumentos históricos, bens tombados, paradas de ônibus e outros locais considerados inconvenientes; a menos de 50 metros de estação de embarque e desembarque de passageiros (excluídas, neste caso, concentrações ou feiras de ambulantes) e de estabelecimento que venda, exclusivamente, os mesmo produtos; a menos de cinco metros de esquinas ou pontos que possam perturbar a visão dos motoristas.
fonte: D.O
Publicado em 10/08/2009 - Atualizado em 11/08/2009
Entre as mercadorias permitidas para venda estão artigos de artesanato, de toucador (escova, pente, presilhas, tererês, elásticos, prendedores de cabelo e maquiagem), de couro, de plástico e de armarinho; peças de roupa; quinquilharias (bijuterias, brinquedos de criança); "souvenirs"; calçados de fabricação caseira (tamanco, chinelo, sandália); artigos de praia e de beleza; cartão telefônico; plantas medicinais, ornamentais, frutíferas, flores naturais e artificiais; balas e doces embalados; artigos de limpeza; pequenas ferragens; miudezas de copa e cozinha; artigos de papelaria, de escritório e escolares; impressos, imagens, estampas e folhetos; obras de pintores e artistas plásticos; moedas antigas, livros, revistas e discos usados; bilhetes de loteria, raspadinhas; sanduíches em geral, cachorro-quente, salgados, pizzas, pastéis, empadas, sorvetes, pipoca, algodão doce, guloseimas, água mineral, refrigerantes, leite e seus derivados - desde que embalados -, pão, frutas, legumes, verduras, churros, café, chocolate, miúdos de rês, ovos, amendoim confeitado ou torrado, peixe, frutos do mar, aves ou pequenos animais abatidos e seus derivados, milho verde e batata frita. Também estão autorizados serviços de funileiro, chaveiro, amolador, fotógrafo, empalhador, conserto de guarda-chuvas e engraxate.
O que é proibido
Mate, bebidas alcoólicas, com exceção de chope e cerveja; cigarros e fumo em geral; armas, munição, facas e outros objetos considerados perigosos; produtos inflamáveis, corrosivos e explosivos; pássaros e outros animais, sendo vedada também a exploração de seus instintos e habilidades sob qualquer forma; alimentos preparados no local, exceto pipoca, algodão doce, amendoim, milho verde, churros, sanduíches em geral, cachorro quente e produtos pré-fabricados por cocção (cozimento) em veículos apropriados, sapatos, malas e roupas, exceto pequenas peças de vestuário; relógios, óculos, medicamentos e artigos eletroeletrônicos; título patrimonial de clubes - ou quaisquer entidades particulares e rifas; outros artigos que não estejam expressamente previstos na lei e que, a juízo do Poder Executivo, ofereçam perigo à saúde pública ou possam apresentar qualquer inconveniente.
Locais proibidos para o comércio ambulante
Em frente à entrada de edifício e repartição pública, quartéis, escolas, hospitais, bancos, templos religiosos, monumentos históricos, bens tombados, paradas de ônibus e outros locais considerados inconvenientes; a menos de 50 metros de estação de embarque e desembarque de passageiros (excluídas, neste caso, concentrações ou feiras de ambulantes) e de estabelecimento que venda, exclusivamente, os mesmo produtos; a menos de cinco metros de esquinas ou pontos que possam perturbar a visão dos motoristas.
fonte: D.O
Publicado em 10/08/2009 - Atualizado em 11/08/2009
MORTES VIOLENTAS NO ESTADO DO RIO! O IRAQUE É AQUI!
1. Em 2008, morreram 6.772 iraquianos em circunstâncias violentas. No Estado do Rio em 2007 foram 6.133 homicídios, em 2008 foram 5.717 e em 2009 até junho foram 3.198, o que projeta 6.400 até o final do ano. Isso sem contar outras mortes por violência, o que amplia em 30% esses números.
2. De 2003 a 2008, foram 92.841 mortes violentas no Iraque, ou quase 100 mil, incluindo 2009. Portanto, 14 mil por ano. No Estado do Rio, somando os homicídios a outras mortes violentas, tem-se 8 mil mortes violentas por ano; 57% do Iraque.
3. Em 2 anos e meio do atual governo do Estado do Rio, já foram 15 mil homicídios dolosos. Projetando 2009, serão 18.246 homicídios até o fim desse ano, ou 23.720 se forem agregadas todas as mortes violentas.
4. Pessoas Desaparecidas no Estado do Rio: Em 2007, foram 4.633, em 2008 foram 5.095 e em 2009 até junho 2.713, projetando 5.426 até o final do ano. Acumulando 3 anos, serão 15.154 pessoas desaparecidas.
5. De janeiro a junho foram encontradas 250 ossadas e cadáveres, projetando 500 até o final de 2009, no Estado do Rio.
São todos dados oficiais do Instituto de Segurança Publica -ISP- da SSP, disponíveis em seu site http://www.isp.rj.gov.br/
fonte:blog CM
2. De 2003 a 2008, foram 92.841 mortes violentas no Iraque, ou quase 100 mil, incluindo 2009. Portanto, 14 mil por ano. No Estado do Rio, somando os homicídios a outras mortes violentas, tem-se 8 mil mortes violentas por ano; 57% do Iraque.
3. Em 2 anos e meio do atual governo do Estado do Rio, já foram 15 mil homicídios dolosos. Projetando 2009, serão 18.246 homicídios até o fim desse ano, ou 23.720 se forem agregadas todas as mortes violentas.
4. Pessoas Desaparecidas no Estado do Rio: Em 2007, foram 4.633, em 2008 foram 5.095 e em 2009 até junho 2.713, projetando 5.426 até o final do ano. Acumulando 3 anos, serão 15.154 pessoas desaparecidas.
5. De janeiro a junho foram encontradas 250 ossadas e cadáveres, projetando 500 até o final de 2009, no Estado do Rio.
São todos dados oficiais do Instituto de Segurança Publica -ISP- da SSP, disponíveis em seu site http://www.isp.rj.gov.br/
fonte:blog CM
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
GM apreende suplementos alimentares com ambulante no Centro
Redação SRZD | Rio+ | 03/09/2009 18:44
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A Guarda Municipal apreendeu, nesta quinta-feira, oito frascos de suplementos alimentares que eram vendidos por um ambulante na Rua Ramalho Urtigão, em frente ao número 38, no Centro. Durante patrulhamento de rotina, a equipe do Grupamento de Ações Especiais avistou o homem oferecendo o produto ao público. Ao perceber a aproximação dos guardas, o ambulante fugiu.
Foram apreendidos três frascos de 120 cápsulas de Fish Oil 1000mg, dois frascos de 180 cápsulas de Fish Oil 1000mg, dois frascos de 100 cápsulas Soya Lecithin 1200mg e um frasco de 180mg de Soya Lecithin 1200mg. Todos os produtos são da marca Sundown. O material apreendido foi encaminhado à Delegacia do Consumidor.
fonte: Redação SRZD
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A Guarda Municipal apreendeu, nesta quinta-feira, oito frascos de suplementos alimentares que eram vendidos por um ambulante na Rua Ramalho Urtigão, em frente ao número 38, no Centro. Durante patrulhamento de rotina, a equipe do Grupamento de Ações Especiais avistou o homem oferecendo o produto ao público. Ao perceber a aproximação dos guardas, o ambulante fugiu.
Foram apreendidos três frascos de 120 cápsulas de Fish Oil 1000mg, dois frascos de 180 cápsulas de Fish Oil 1000mg, dois frascos de 100 cápsulas Soya Lecithin 1200mg e um frasco de 180mg de Soya Lecithin 1200mg. Todos os produtos são da marca Sundown. O material apreendido foi encaminhado à Delegacia do Consumidor.
fonte: Redação SRZD
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Ordem Pública faz operação contra o comércio irregular em Bonsucesso
Redação SRZD | Rio+ | 02/09/2009 11:31
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A Secretaria Especial da Ordem Pública (Seop) em conjunto com a Subprefeitura da Zona Norte realiza uma operação Choque de Ordem de retirada do comércio irregular em dois corredores subterrâneos da estação ferroviária de Bonsucesso. Cerca de 30 barracas de ferro onde eram vendidos CDs e DVDs pirata, balas, biscoitos e roupas estão sendo retiradas do local.
Os barraqueiros foram notificados desde maio deste ano pela Supervia, concessionária que administra as estradas de ferro da cidade e dona do terreno.
A operação conta com aproximadamente 50 pessoas entre agentes da Seop, Secretaria Municipal de Obras, Guarda Municipal, Polícia Militar e Comlurb.
fonte:Redação SRZD
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A Secretaria Especial da Ordem Pública (Seop) em conjunto com a Subprefeitura da Zona Norte realiza uma operação Choque de Ordem de retirada do comércio irregular em dois corredores subterrâneos da estação ferroviária de Bonsucesso. Cerca de 30 barracas de ferro onde eram vendidos CDs e DVDs pirata, balas, biscoitos e roupas estão sendo retiradas do local.
Os barraqueiros foram notificados desde maio deste ano pela Supervia, concessionária que administra as estradas de ferro da cidade e dona do terreno.
A operação conta com aproximadamente 50 pessoas entre agentes da Seop, Secretaria Municipal de Obras, Guarda Municipal, Polícia Militar e Comlurb.
fonte:Redação SRZD
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Prefeitura publica edital para recadastramento de ambulantes nas praias
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A Secretaria Especial da Ordem Pública publica hoje, dia 1º, no Diário Oficial do Município, dois editais de convocação para o recadastramento dos ambulantes de praia (barracas em ponto fixo e ambulante tiracolo) que atuam na faixa da orla carioca, do Flamengo a Grumari. O recadastramento é gratuito, pessoal e obrigatório.
Os ambulantes que possuem algum tipo de autorização terão que se apresentar, de 14 de setembro a 26 de outubro, nas inspetorias regionais referentes às suas áreas de atuação. O objetivo da Prefeitura é analisar as condições atuais de funcionamento das barracas de praias, diagnosticar a situação de regularidade das autorizações anteriormente concedidas e cancelar aquelas comprovadamente irregulares ou que não atendam mais à legislação vigente.
Os documentos necessários para o recadastramento (ponto fixo e tiracolo), inclusive do auxiliar, se houver, são: Identidade, CPF, comprovante de residência no Município do Rio e original e cópia da autorização concedida pela municipalidade com data anterior a 31 de dezembro de 2008.
fonte:D.O rj
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