segunda-feira, 2 de novembro de 2009

A DESORDEM DO TRÂNSITO CONTINUA

25/10/2009 - 22:03 | Enviado por: Marcus Quintella


Não consigo ver os resultados do tal choque de ordem da prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, principalmente no trânsito da cidade. Os sinais de trânsito continuam sem sicronização e com tempos de ciclo incoerentes. Os flanelinhas permanecem mandando e desmandando nos estacionamentos das ruas da Zona Sul. A bagunça das kombis e carros velhos dos ambulantes de prais continua em toda a orla, do Leme ao Recreio. Os veículos de carga ignoram os horários permitidos e param a qualquer hora e em qualquer rua para descarregar mercadorias, principalmente nas avenidas de grandes movimentos. A Guarda Municipal não é vista controlando o trânsito nos sinais e locais de congestionamentos, principalmente nos dias de chuva. As bicicletas motorizadas trafegam imprudentemente nas ciclovias da orla, sem serem importunadas pela PM ou Guarda Municiapal. A propósito, quando uma criança, idoso ou qualquer cidadão for atropelado na ciclovia, gostaria de saber quem será responsabilizado. As vans continuam fazendo ponto nas ruas e pegando passageiros em qualquer lugar. Os automóveis continuam parando em cima de calçadas e poucos são rebocados ou punidos. É uma vergonha! O tal choque de ordem ocorre de vez em quando e todo mundo sabe a hora e se prepara, pois sabe que depois o pessoal da prefeitura some. Quando teremos oredem de verdade na cidade? Eu gostaria de ordem em tudo, mas será isso possível?


fonte: JB online

Eduardo Paes não recua e mantém decisão

Plantão | Publicada em 01/11/2009 às 21h04m
Lancepress

Além de não recuar na intenção de mudar o projeto olímpico dos Jogos Rio 2016, o prefeito Eduardo Paes trouxe o presidente do Comitê Organizador Carlos Arthur Nuzman para o centro da discussão. O político afirmou que foi o dirigente quem comunicou ao diretor das Olimpíadas, Gilbert Felli, suas ideias de alterar o documento.

O Nuzman perguntou isso a ele (Felli) e obteve uma resposta. A gente tem um diálogo aberto e de compreensão. O que precisa ficar claro para o COI, para o comitê organizador e todo mundo é que o prefeito vai fazer com que os Jogos sigam a cidade e não a cidade siga os Jogos frisou Paes, ao participar da a 14 Parada do Orgulho LGBT, em Copacabana, ontem.

A polêmica começou quando Paes manifestou o desejo de levar para a Zona Portuária algumas instalações e parte ou todo o Centro de Mídia, previsto para ser erguido na Barra da Tijuca, Zona Oeste. Em seguida, o prefeito revelou ter iniciadoas negociações com o Comitê Olímpico Internacional (COI).

Mas o diretor de Olimpíadas da entidade internacional negou saber das intenções do prefeito. E ainda se mostrou surpreso porque, segundo ele, Paes concordou em executar todo o planejamento previsto no dossiê de candidatura, sem alterações.

O prefeito do Rio ainda voltou a fazer uma ameaça velada ao COI, como realizou no sábado, ao término do Seminário de Orientação ministrado pela entidade. Ressaltou que quem autoriza a realização de obras na cidade é ele.

Vamos esticar um pouquinho a corda. Não esperem um prefeito passivo que fica vendo as coisas acontecendo, até porque vai ter dinheiro público nisso frisou Paes.

Procurado, o Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016 não se manifestou sobre a declarações de Paes.

fonte:JORNAL O GLOBO

Alerj vota reajuste de 5% para policiais e bombeiros

POR ALESSANDRA HORTO, RIO DE JANEIRO

Rio - A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) vota amanhã o projeto de lei que vai reajustar em 5% os vencimentos básicos e os soldos dos policiais civis, militares e bombeiros. A votação promete ser disputada, pois os parlamentares integrantes da oposição garantem que vão repetir o cenário inédito que aconteceu na semana passada. Na ocasião, os deputados aprovaram emendas ao projeto original dando aumento aos agentes penitenciários.

As duas propostas retrocederam a validade do reajuste de 1º de outubro para 1º de maio, e elevaram os valores dos vencimentos básicos desse grupo de servidores estaduais. Os deputados da oposição ao governo Sérgio Cabral também querem aprovar as mesmas medidas para as categorias integrantes do projeto de lei que será votado amanhã.

Se for aprovado no formato original, o aumento de 5% será válido a partir de 1º de outubro. Mas caso a votação de amanhã aprove o projeto de lei, de acordo com o conteúdo original, o soldo final, com mais os 5% de reajuste, de um soldado (policial militar ou bombeiro) Classe A passará a ser de R$ 301,12. O de um 2º sargento (PM ou bombeiro) subirá para R$ 440,27. O novo soldo de um capitão será de R$ 724,49.

Já para os policiais civis, o reajuste de 5% elevaria o vencimento básico de um papiloscopista 2ª Classe para R$ 614,69. E de um inspetor 3ª Classe para R$ 579,77.

A partir do dia 1º de dezembro, o governo do estado também vai pagar R$ 350, a título de gratificação, para os policiais civis e os bombeiros que participarem de programas de qualificação.


FONTE: O DIA

Risco à saúde de doentes renais

Risco à saúde de doentes renais
Apesar de terem obtido liminares na Justiça obrigando o governo do estado a fornecer remédios, pacientes ficam sem o tratamento

Rio - Nem com ordem judicial pacientes com problemas renais que necessitam dos remédios fornecidos pelo estado conseguem ter acesso ao tratamento. Segundo a Associação dos Doentes Renais e Transplantados do Rio (Adreterj), o governo não cumpre liminares, o que coloca em risco a saúde várias pessoas. Há falta até de medicamentos para evitar a rejeição de órgãos.

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Paulo César e Maria estão sem os medicamentos há vários meses.Transplantado há um ano e meio, Paulo Sérgio de Oliveira, de 53 anos, teme perder o novo rim devido à falta de Ezerolinus, que evita a rejeição. Ele conta que, em setembro, a médica receitou o produto. A caixa que dura um mês, custa R$ 1,8 mil. Como não conseguiu retirá-lo, o ele decidiu entrar na Justiça em outubro. “Fiz seis anos de hemodiálise sonhando com o transplante. Tenho medo de perder o órgão. Conto com doações de amigos para fazer tratamento”, lamenta.

Problema semelhante passa o funcionário público Paulo César Leonardo Santos, de 53 anos. Fazendo hemodiálise três vezes por semana, ele precisa tomar 8 comprimidos de Calcitriol por sessão para repor cálcio no organismo. Entretanto, não recebe o medicamento há dois meses. “Já tomei remédio vencido para não ficar sem tratamento. Conto com doações, mas tive que reduzir os comprimidos. Nem com liminar o governo dá os remédios e não há previsão para mandarem o produto”, disse.

Com perda de 40% do rim, a dona de casa Maria da Paz, de 57 anos, precisa de Persantin para garantir o funcionamento do órgão e evitar a hemodiálise. “Tenho liminar desde 2004, mas não consigo o remédio. Não tenho como comprar e fico deprimida quando não consigo tratamento do governo.”

Estado diz que distribuição será normalizada

O superintendente de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos, Flavio Badaró, informa que o Ezerolinus, por exemplo, não faz parte de sua grade de medicamentos, mas que trabalha com o similar Sirolimo, que está com a distribuição normal. Além disso, ele explicou que o Persantin também não está na lista. Em relação ao Calcitriol, a Secretaria Estadual de Saúde garante que o processo de compra encontra-se em andamento, e a distribuição será normalizada até a primeira quinzena deste mês.

Segundo o vice- diretor da Adreterj, Alfredo Duarte, o estado não informa aos pacientes cadastrados quando e se vai repor o estoque.

“O estado apenas pede que os pacientes voltem 10 ou 15 dias depois, para tentar ganhar tempo. Enquanto isso, doentes correm risco de ter rejeição do órgão e até perder a vida”, acusa.

fonte: O DIA

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

PENSE BEM...REFLITA

Temos que saber como estão trabalhando os nossos representantes,para que nas próximas eleições se saiba que antes de dar nosso voto é preciso conhecer aquele que vai ser realmente merecedor de nossa confiança,chega de trocas, o povo não quer dentaduras, bicas,presentes,mas uma politica séria,que nos traga retorno a longo prazo e não barganhas eleitoreiras. Chega sofrer, de corrupção,falta de emprego,saúde,educação,segurança,o povo tem o poder na mão,chega de DEMOCRACIA entre aspas.VAMOS FAZER VALER NOSSOS DIREITOS, POIS UNIDOS EM UMA SÓ VOZ JAMAIS SEREMOS DERROTADOS. VOTE COM CONCIÊNCIA,NOSSO FUTURO DEPENDE DE QUEM VAMOS ELEGER. POLITICA...O POVO QUER MUDANÇAS...2010 É JÁ.
A melhor resposta será as urnas.

Leila da Lapa

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Tolerância zero com camelôs não legalizados

A partir de 2010, só os 18.400 cadastrados poderão trabalhar. Há 17 mil aptos a 14.265 vagas
POR CHRISTINA NASCIMENTO, RIO DE JANEIRO

Rio - Em janeiro, a prefeitura vai fechar o cerco ao comércio irregular de rua. É quando os 18.400 ambulantes cadastrados pela Secretaria Especial de Ordem Pública (Seop) começam a atuar nas áreas restritas para a atividade. Inicialmente, será feita uma ‘varredura’ diária com fiscais de controle urbano e a Guarda Municipal em busca de camelôs não cadastrados. Ontem foram divulgados os nomes de 17 mil ambulantes que estão habilitados para concorrer às vagas restantes.

Quem ficou de fora da seleção terá uma última chance. De hoje até dia 4, o camelô que não foi habilitado — que não apresentou os pré-requisitos necessários — ou não concorda com a pontuação obtida na seleção poderá recorrer numa das 19 Inspetorias Regionais de Licenciamento e Fiscalização.

Ontem, foi publicada no Diário Oficial a lista dos 17 mil camelôs que estão no páreo para uma das vagas licenciadas para o comércio de rua. Destes, somente 14.265 serão escolhidos. O critério será a pontuação. Os demais vão ficar no banco de dados do Cadastro Único do Comércio Ambulante (Cuca).

Na primeira ‘peneira’, foram selecionados 4.135 ambulantes. Este grupo é formado pelos que já tinham cadastramento da gestão anterior. A Seop informou que eles não vão usar uniformes, mas terão que trabalhar com crachás de identificação e usar barracas padronizadas, cujas medidas ainda não foram definidas.

A região que compreende Campinho, Quintino, Cavalcante, Engenho Leal, Cascadura, Madureira, Vaz Lobo, Turiaçu, Rocha Miranda, Honório Gurgel, Osvaldo Cruz, Bento Ribeiro e Marechal Hermes é a que terá o maior número de ambulantes licenciados: 1.500. Em seguida, com 1.200 vagas, estão as áreas de São Francisco Xavier, Rocha, Riachuelo, Sampaio, Engenho Novo, Lins, Méier, Todos os Santos, Cachambi, Engenho de Dentro, Água Santa, Encantado, Pilares, Piedade e Abolição.

fonte: O DIA

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Mais de 17 mil candidatos são habilitados ao comércio ambulante

JB Online


RIO - A Secretaria Especial da Ordem Pública divulgou no Diário Oficial desta terça-feira a lista preliminar de mais de 17 mil candidatos habilitados ao comércio ambulante em áreas públicas do município do Rio.

Esses candidatos foram considerados aptos ao processo classificatório em cada região administrativa e devem aguardar a escala de convocação para escolha do ponto, entrega de foto do titular e do auxiliar (se houver) e emissão da TUAP (taxa de Uso de área Pública) para os não isentos.





11:30 - 27/10/2009

CRACK

O crack deriva da planta de coca, é resultante da mistura de cocaína, bicarbonato de sódio ou amônia e água destilada, resultando em grãos que são fumados em cachimbos.

O surgimento do crack se deu no início da década de 80, o que possibilitou seu fumo foi a criação da base de coca batizada como livre.

O consumo do crack é maior que o da cocaína, pois é mais barato e seus efeitos duram menos. Por ser estimulante, ocasiona dependência física e, posteriormente, a morte por sua terrível ação sobre o sistema nervoso central e cardíaco.

Devido à sua ação sobre o sistema nervoso central, o crack gera aceleração dos batimentos cardíacos, aumento da pressão arterial, dilatação das pupilas, suor intenso, tremores, excitação, maior aptidão física e mental. Os efeitos psicológicos são euforia, sensação de poder e aumento da auto-estima.

A dependência se constitui em pouco tempo no organismo. Se inalado junto com o álcool, o crack aumenta o ritmo cardíaco e a pressão arterial o que pode levar a resultados letais.

Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

homenagem a você LEILA DA LAPA

(homenagem a você)

Leila e a Lapa

A Lapa tremeu
Desde o dia em que
São Borja perdeu
Sua guerreira mais bela
Sua voz mais intensa
Desde o dia em que Garibaldi
Partiu

Tua voz ecoa e encontra descanso
Nos corações mais enriquecidos
Da opróbrio e martírio
De ser pobre esquecido
Marginalizado, querido
Em paraquedas inseguros
Perde a voz perde o rumo
Camelô não bandido

Igual a ti foi Diniz
Que enfrentou ditadura
Para encorajar a mulher
Que vê agora em você
Defensora segura

Margome (Marcelo Gomes)
Publicado no Recanto das Letras em 23/10/2009
Código do texto: T1882670

sábado, 24 de outubro de 2009

O outro lado da moeda

Marcos Espínola:

Advogado criminalista

Rio - O Rio de Janeiro é um grande paradoxo. Enquanto comemora-se o direito de sediar a Copa de 2014 e os Jogos de 2016 ao mesmo tempo vive-se em estado de guerra, com a polícia fazendo o que pode dentro de suas possibilidades e os bandidos cada vez mais armados e audaciosos, derrubando recentemente um helicóptero da PM.

O saldo disso são alguns sorrindo e brindando as conquistas no esporte e outros lamentando a perda dos entes queridos. Um lado da moeda que não foi passado no filme promocional exibido em Copenhague aos membros do Comitê Olímpico Internacional.

Se encontramos no Rio uma exuberante beleza natural e um povo receptivo incomparável, também notamos uma boa parcela da população que vive, ou melhor, sobrevive, a uma guerra sem fim. São inúmeras as vítimas. Famílias inteiras convivendo no meio do confronto e contabilizando as suas perdas.

Ao vermos uma união entusiasmada das três esferas, envolvendo prefeito, governador e o presidente da República para sediarmos Copa e Olimpíada, nos questionamos por que o empenho não é o mesmo para suprir necessidades primordiais da sociedade, como a segurança e a saúde, entre outros. Afinal, serão bilhões de reais em investimentos, mostrando que vontade mais política é igual a realidade.

Fica difícil para qualquer cidadão cumpridor de seus deveres compreender tamanha mobilização e agilidade para certos objetivos e lentidão e descaso para outros. Se há o álibi do fomento ao turismo e do legado desses eventos para a cidade, há também o apelo da população carioca que só almeja o básico: viver com dignidade.


fonte: O DIA