quarta-feira, 9 de junho de 2010

Galpão das Artes da Comlurb expõe móveis feitos com jornal

A Comlurb apresenta, a partir da próxima sexta-feira, 11 de junho, no Galpão das Artes Urbanas Helio G. Pellegrino, a exposição Efeito Jornal – o velho e o novo, da artista plástica Núbia Pinheiro, que mostra um escritório com móveis e objetos confeccionados com folhas de jornais. Todo o ambiente é feito em papel-jornal e as peças - mesas, estantes, agendas, blocos de notas, porta-lápis, pufes, luminárias, porta-retratos e outras – apresentam a aparência e a resistência da madeira. As obras, totalmente funcionais, mostram como é possível criar arte e utilitários com reaproveitamento de materiais e preservação do meio ambiente. A artista trabalha com essa técnica há mais de 15 anos e ensina sua arte em oficinas regulares realizadas no Galpão.

A entrada é gratuita e a exposição se estende até 26 de agosto, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. O Galpão fica na Rua Padre Leonel Franca s/n, Gávea (em frente ao Planetário). Informações pelo telefone 2249-2286.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Governo anuncia nova clínica de recuperação de dependentes químicos

André Balocco, Jornal do Brasil

RIO DE JANEIRO - O drama de familiares dos usuários de crack no Rio pode estar com os dias contados. Dentro de um projeto que começa a mudar o foco do uso de drogas de questão de segurança pública para questão de saúde, o estado começa a preparar o antigo Hospital São Sebastião, no Caju, até então especializado em doenças infecciosas, para se transformar num hospital de referência no país no ao tratamento de dependentes químicos de 10 a 17 anos de idade.

O pontapé inicial foi dado na segunda-feira passada, quando os secretários José Mariano Beltrame (Segurança), Sérgio Cortes (Saúde) e Tereza Porto (Educação) visitaram a sede do antigo hospital – fechado desde o ano passado – e trocaram ideias comuns na batalha contra a dependência química.

A meta é integrar as três secretarias para ajudar na recuperação do usuário que busca a sua recuperação. O centro receberia crianças e adolescente viciados em crack, e teria capacidade para atender cerca de 40 pacientes. Os custos e o início das obras ainda não foram definidos.

– As pessoas que usam drogas precisam de tratamento e é isso o que vamos dar – explicou o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame – O uso de drogas é questão de saúde pública também. Não é mais só uma questão de segurança. O dependente químico é um doente, e doente precisa se tratar.

A ideia é aproveitar o fechamento do Credeq (Centro de Recuperação de Dependência Química), com atendimento agora limitado a menores infratores em situação de risco com problemas de drogas. O Credeq, antes de se transformar em órgão de apoio do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase), era referência no tratamento da dependência química no Rio, pioneiro no Brasil. Ao ser transferido para o órgão da Justiça, deixou órfãos as pessoas que precisam de tratamento mas não têm como pagar clínicas particulares.

– O hospital vai ser todo remodelado para cuidar dos dependentes químicos – diz Beltrame.

A certeza de que as drogas se transformaram em questão de saúde pública cresceu com a pacificação nas favelas ocupadas pelas UPPs. Beltrame diz que o Estado precisa ocupar esta lacuna primeiro para que, depois, abra-se um grande debate sobre a descriminalização do uso de drogas.

– O estado só pode falar em descriminalização depois de se estruturar para oferecer tratamento a quem queira largar.

Colaborou Marcelo Fernandes

Foco é mudar a política de tratamento em hospitais

José Luiz de Pinho e Marcelo Fernandes

A superintendente estadual de Saúde, Mônica Almeida, afirmou, na terça-feira, que a transformação do Hospital São Sebastião em centro nacional de referência ao tratamento de dependência química tem um objetivo principal.

– Se tornar uma política de enfrentamento à epidemia de consumo de crack, que toma conta do Rio – afirmou Mônica – É um projeto intersetorial, envolve várias secretarias de Estado, está em fase de construção, mas ainda não tem uma data fixa para entrar em vigor.

Para o deputado estadual José Nader (PTB), presidente da Comissão de Prevenção ao Uso de Drogas e Dependentes Químicos em Geral da Alerj, a questão é tratada com desinteresse pelo governo, em razão do tratamento para dependentes não ter resultados visíveis imediatos.

– O hospital a ser criado proporcionará somente mais uma ação para o tratamento. Não vimos até agora uma política de acompanhamento do dependente após sua saída dos centros de tratamento. Não podemos esquecer que dependência química é doença a ser tratada por toda a vida. O tratamento utilizado já demonstrou não ser totalmente eficiente, já que o percentual de reincidência é enorme.

Especialistas reticentes sobre política do governo

Marcelo Fernandes

Especialistas na área de dependência química se mostraram otimistas com o anúncio da nova clínica, embora lamentem a falta de investimentos similares no trato com a doença.

Segundo a ex-diretora do Núcleo de Estudos e tratamento da Uerj (Nepad), Maria Thereza de Aquino, o centro será bem-vindo

– Atualmente, não existe nada público que trate adequadamente os usuários de drogas. O atendimento feito em ambulatórios é feito de uma forma errada, já que o dependente precisa de um tempo para se recuperar do vício. O período de internação praticado pelo SUS é ridiculamente curto, não se trata um usuário em apenas 15 dias – alerta.

A opinião é compartilhada pelo médico José Jáber, pós-graduado no tratamento de dependência química na Universidade de Harvard.

– De uma maneira geral, é muito falha a ação das autoridades na área do uso de drogas. É preciso chamar a atenção que a política é de redução de dano não é algo que dê frutos. O ideal é que você trabalhe a abstinência completa.

Já o médico e ex-dependente químico Alessandro Alves Teixeira ressalta a importância de existir um tratamento transdisciplinar.

– Um ponto importante é a necessidade de existir a internação involuntária, já que muitas vezes o dependente não tem noção que está viciado.

Minha resposta ao Sr.Alexandre Carneiro

Sr. Alexandre Carneiro oferecendo apoio ao Sr. Sergio zveiter...


Alexandre Carneiro

Alexandre Carneiro Seja bem vindo futuro Deputado, vamos trabalhar juntos com estadual Marcelo Veras.

03 de junho às 11:53 · · · Ver mural-a-mural
Grito Democrático
Grito Democrático
Afinal Alexandre com quantos Deputados estaduais e federais vc está ? nunca ví tanto LOTEAMENTO DE POLITICOS,perdoe a sinceridade.
03 de junho às 13:18 ·
Alexandre Carneiro
Alexandre Carneiro
A sinceridade é tanta que vem sem nome e sobre nome!
Respondendo a pergunta é com quantos nos coligarmos, se você encontrar algum que dispute uma vaga sozinho, procure seu nome no final da tabela que esse vai receber poucos votos.
Ontem às 21:14
Grito Democrático
Grito Democrático
Tenho nome e sobrenome,Leila da Lapa,e tenha certeza que tenho uma LONGA luta pelo que chamo saber escolher bem em quem vamos depositar nossa confiança, fazer valer mais nosso voto,alias vc conhece meu trabalho ,minha luta pela LAPA,pelos meus companheiros,minha luta contra os que só querem usar o ambulante para se beneficiar,vc melhor do que ninguém me conhece e sabe como penso,sou a LEILA DA LAPA,e minha luta não é de agora,e muito menos iludo pessoas contando méritos que não são meus,acho que agora já tenho nome e sobrenome.
E vc melhor do que ninguém também sabe por que me afastei da faaerj,pois nunca concordei com a forma como a faaerj era dirigida,sempre admirei vc ,espero que vc entenda minhas palavras.Um abraço.

Leila da Lapa
há 10 horas ·
Grito Democrático
Grito Democrático
Devemos estar atentos nessa eleição,precisamos de politicos sérios,onde a
prioridade seje o Povo,não barganhas eleitoreiras.

Leila da Lapa
há 10 horas ·

Confira as tabelas com reajuste para servidores da Segurança

Delegados terão outro reajuste

Além dos 10%, vencimento da categoria ficará próximo do valor pago a de defensores e procuradores. Dinheiro virá em 24 parcelas. Fórmula no quadro abaixo ajuda a calcular novo salário, com anuênios e outras vantagens individuais

Rio - Após anunciar os 10% de reajuste para a Segurança Pública, pouco acima do dobro da inflação acumulada — que ficou em 4,88% —, o governador Sérgio Cabral vai divulgar em breve novo aumento para 500 delegados do estado. O Executivo vai aproximar os salários da categoria aos dos defensores e promotores estaduais. O aumento será parcelado em dois anos e pago em 24 vezes. A ideia da administração estadual é começar a pagar o quanto antes a 1ª parcela.

>> Leia mais: Servidores da Segurança Pública terão aumento salarial de 10%

Equipe do governo estuda uma solução jurídica para que não se crie um problema dentro das demais classes. Principalmente, porque a principal alternativa é aumentar o teto do Poder Executivo, atualmente em R$ 12.765. A saída provocaria um aumento cascata para fiscais de renda, além de reajustar o salário do governador. Tal medida poderia ser mal vista em período pré-eleitoral. Outro problema seria o constrangimento entre os servidores integrantes do alto escalão da Polícia Militar e bombeiros.

>> Confira a tabela com todos os aumentos

Segundo informações obtidas por O DIA, a planilha dos delegados foi apresentada ontem ao governador Sérgio Cabral, secretariado e parlamentares. Os números estão sendo analisados pela Secretaria Estadual de Planejamento.

A partir de julho, policiais civis, militares e bombeiros terão recebido valores acumulados de 29,73% entre janeiro de 2007 e o próximo mês, sem considerar as demais gratificações da carreira, que vão de R$ 350 até R$ 1.500.

A variação muda para os inspetores de segurança (antes agentes penitenciários), pois a categoria ainda está recebendo a reestruturação no plano que foi concedido em 2008. A última das 24 parcelas será paga em dezembro. O reajuste de 10% incidirá sobre todo o período. Com isso, o maior vencimento da carreira passará de R$ 2.887,50 a R$ 3.176,25.

Ao lado, confira a fórmula para calcular o aumento sobre o salário individual, incluindo anuênios e outras vantagens acumuladas ao longo da carreira. Basta se basear pelo último contracheque e aplicar as orientações indicadas.

Arte O Dia

Copa do Mundo: Fong Kong, o camelódromo de Johannesburgo

Uruguaiana na África do Sul

O luminoso outdoor de uma loja no  Dragon City. Foto: Guto Seabra

No coração de Johannesburgo, a alguns quilômetros do Soccer City, palco de abertura e encerramento da Copa do Mundo, o mercado da pirataria pulsa firme. Com produtos de terceira linha, importados da Ásia — principalmente da China —, o "camelódromo" de mais de 400 lojas em três andares é conhecido pelos sul-africanos como "Fong Kong", abreviatura de From Hong Kong (fabricado em Hong Kong). São produtos de baixa qualidade, a ponto de ser incomparáveis com a rua Uruguaiana, no Centro do Rio.

— É barato, mas os produtos são ruins, baixa qualidade — disse Thembisa Amude.

Veja fotos do 'camelódromo' em Johannesburgo

Com proprietários chineses e mão de obra sul-africana, o idioma mandarim se mistura aos dialetos do país. A língua universal do Dragon City — o Fong Kong —, no interior do calemódromo que tem as-pecto de máfia, é o da venda. A tão criticada "Jabulani", bola da Copa que custa nas lojas oficiais mil Rands — R$ 250 —, está pendurada num dos boxes ao preço de 16 Rands — R$ 4. Uma cópia fajuta. Tem de tudo. No estacionamento, o entra-e-sai das caminhonetes gera confusão. São tênis com "N" da Nike e logotipo da Kappa, tapetes, cornetas de acabamento inacreditável, bonés..

fonte: O DIA

domingo, 6 de junho de 2010

Choque de Ordem nas praias apreende diversos produtos


JB Online

RIO - A operação Choque de Ordem nas praias, do Flamengo ao Leblon, apreendeu diversos produtos que estavam sendo vendidos irregularmente com ambulantes. No total, 16 veículos foram rebocados e 46 infracionados por estacionamento irregular.

Na Praia do Flamengo, 44 garrafas d´água, 37 latas de cerveja, 43 copos de guaraná natural, 47 latas de refrigerante, cinco cadeiras e uma mesa foram apreendidas.

Já na orla que compreende Leme ao Leblon, não houve apreensões. Porém, em Copacabana, oito veículos foram rebocados e 13 infracionados. De Ipanema ao Leblon, oito veículos foram rebocados e 33 infracionados.

Atenção...

O voto de hoje, pode ser o nosso calvário de amanhã. Uma escolha política mal feita leva, no mínimo, quatro anos para que possa ser reparada na próxima eleição. É preciso pensar nisso

Do leitor Jorge Mattos sobre o tema Corrupção, em comentário no site Dois Gritando

Sem discussão de propostas e com intensa guerra pessoal

Pré-candidatos fazem promessas e travam batalhas judiciais no lugar das plataformas

Rio - Poucas propostas, muitas acusações e guerra jurídica. Este tem sido o tom da pré-campanha eleitoral para a Presidência da República até agora, especialmente entre os dois principais presidenciáveis: Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB). As propostas para o País praticamente se tornaram coadjuvantes e as brigas entre lideranças petistas e tucanas, personagem principal da disputa. O caso mais recente envolveu denúncias de que o PT estaria montando equipe para preparar dossiês contra Serra.

E as poucas propostas apresentadas até agora pelos pré-candidatos têm sido questionados por especialistas. Como a ideia de José Serra de levar um trem de superfície “a custos infinitamente inferiores” aos do metrô até Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O engenheiro de transportes Fernando McDowell vê um equívoco de custo e de modelo na promessa do tucano. “Os trens de superfície são pesados, lerdos, tem que modernizar”, afirma o engenheiro.

Foto: Arte O Dia

O cientista político Antônio Lavareda atribui a falta de propostas à fase inicial da campanha. “Estudos mostram que não adianta agora sobrecarregar os eleitores com muitas propostas. Ninguém consegue processar tantas promessas e temas”, afirma Lavareda.

Entre as promessas em comum dos candidatos, Serra e Marina falam de ações para evitar tragédias provocadas por desastres naturais. O tucano falou em criar uma Força Nacional permanente e mapear as áreas de riscos nos quase 6 mil municípios brasileiros. A geógrafa e professora do Instituto de Ciências da UFRJ, Ana Luiza Coelho Neto, diz que a medida teria que ter sido tomada “ontem”. “Temos capacitação técnica para definir análise, reconhecer as diferenças de solo no Sul ou Nordeste e criar medidas adaptáveis para diminuir o tamanho da tragédia.”

Mas por enquanto, a disputa maior tem sido nos tribunais. E a oposição leva vantagem. De 15 ações desde janeiro, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), contra o presidente Lula da Silva e Dilma por propaganda antecipada, houve condenação dos dois em quatro. Sem sucesso, o PT entrou com 11 ações contra o PSDB, o DEM ou José Serra.

SAÚDE E EDUCAÇÃO

Uma das propostas de Dilma Rousseff, a desoneração de remédios não encontra apoio no Instituto Brasileiro de Defesa dos Usuários de Medicamentos (Idum). Para o presidente do instituto, Antônio Barbosa da Silva, o problema não é o imposto, até porque já houve diversos incentivos tributários aos fabricantes, que, segundo ele, não repassaram os descontos nas farmácias. “Os presidenciáveis têm que ter coragem de enfrentar o mercado concorrencial que pratica cartel no setor. Tem laboratório que representa 5% do PIB de um país europeu”, afirma o presidente do Idum.

Sobre a proposta de Marina Silva de criação de um sistema único de educação, nos moldes do SUS, o ex-diretor da Unesco , Jorge Werthein, afirma que o ideal seria a descentralização de recursos do governo, mas considera essencial uma proposta “apartidária” no setor.


Raphael Zarko e Ricardo Villaverde

fonte:O DIA


quinta-feira, 3 de junho de 2010

As UPPs e a Ordem Pública

quarta-feira, 2 de Junho de 2010





Durante décadas, os moradores de comunidades cariocas conviveram com a lei imposta por traficantes, onde respeito à vida era inexistente, assim como o direito de ir e vir. Esta dura realidade prejudicava tanto os que moravam nas áreas de conflito, como aqueles que residiam no asfalto e tornavam-se vítimas da violência que transformou o Rio no purgatório da beleza e do caos. Essa antítese entre lugares tão diferentes – e ao mesmo tempo tão próximos – fez com que a expressão “Cidade Partida”, cunhada pelo jornalista Zuenir Ventura, retratasse com perfeição a força do poder paralelo. O resultado foi a desvalorização de imóveis e a diminuição da qualidade de vida e autoestima do cidadão.

Com a chegada das Unidades Pacificadoras de Polícia (UPPs) em comunidades antes dominadas pelo tráfico, mais do que retomar a autoridade, o Estado devolveu a estas localidades uma realidade que muitos sequer conheciam e promoveu o resgate dos direitos e da cidadania de seus moradores. A valorização dos imóveis dentro e fora das favelas pacificadas foi imediata. Em bairros como Copacabana o valor doa imóveis chegaram a dobrar, se comparado aos preços oferecidos antes das UPPs.

De fato, esse novo ambiente tem atraído mais moradores para as comunidades pacificadas, uma ameaça urbanística e ambiental à cidade. Novas construções apontam para uma expansão descontrolada que precisa ser contida. O Choque de Ordem da Prefeitura demoliu na subida do Pavão-Pavãozinho um depósito de lixo que dava lugar a uma cracolândia. O local foi transformado em uma praça, amplamente iluminada e segura.

Ocupações irregulares de calçadas na comunidade foram removidas. Trinta e quatro bares, que atormentavam a vida dos moradores, foram fechados. A presença do poder público nessas comunidades é fundamental para barrar o efeito colateral que se apresenta: a especulação imobiliária. Essas áreas retomadas pelo Estado, através de 19 UPPs, não são mais territórios paralelos à cidade e não estão mais à margem da urbanidade. Agora, é preciso ordem pública.

Divulgada pesquisa sobre intenções de voto para governador, presidente e senador no RJ

Redação SRZD | Estado do Rio | 03/06/2010 15h20

O Instituto UP realizou uma pesquisa entre os dias 20 e 22 de maio, ouvindo 2 mil pessoas em 41 municípios do Estado do Rio, sobre as intenções de voto para governador, senador e presidente da República. O atual governador, Sergio Cabral (PMDB) lidera com doze pontos de vantagem sobre o segundo colocado, Anthony Garotinho (PR). Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) estão tecnicamente empatados na pesquisa para presidente. O senador Marcello Crivella (PRB) lidera em dois cenários analisados para o Senado, seguido pelo ex-prefeito do Rio Cesar Maia.

Governador

Sérgio Cabral (PMDB) - 37%

Anthony Garotinho (PR) - 25%

Fernando Gabeira (PV) - 15%

Brancos e nulos - 12%

Não sabem ou não responderam - 11%

A pesquisa também verificou as intenções de voto em eventuais casos de segundo turno.

Cabral e Garotinho

Sérgio Cabral (PMDB) - 48%

Anthony Garotinho (PR) - 29%

Brancos e nulos - 14%

Não sabem ou não responderam - 9%

Gabeira e Garotinho

Anthony Garotinho (PR) - 41%

Fernando Gabeira (PV) - 31%

Brancos e nulos - 17%

Não sabem ou não responderam - 11%

Cabral e Gabeira

Sérgio Cabral (PMDB) - 53%

Fernando Gabeira (PV) - 21%

Brancos e nulos - 15%

Não sabem ou não responderam - 12%

Índice de rejeição

Anthony Garotinho (PR) - 33%

Fernando Gabeira (PV) - 23%

Sérgio Cabral (PMDB) - 12%

Não tem rejeição maior - 24%

Não sabem ou não responderam - 12%

Presidente

Dilma Rousseff (PT) - 35%

José Serra (PSDB) - 31%

Marina Silva (PV) - 17%

Brancos e nulos - 8%

Não sabem ou não responderam - 10%

Nas intenções de voto para o Senado, foram analisados dois quadros: primeira opção e primeira mais segunda opção (uma vez que são duas vagas em disputa)

Primeira opção

Marcelo Crivella (PRB) - 27%

Cesar Maia (DEM) - 21%

Lindberg Farias (PT) - 5%

Manoel Ferreira (PR) - 4%

Jorge Picciani (PMDB) - 4%

Aspásia Camargo (PV) - 2%

Milton Temer (PSOL) - 2%

Marcelo Cerqueira (PPS) - 2%

Waguinho (PTdoB) - 1%

Brancos e nulos - 15%

Não sabem ou não responderam - 17%

Primeira mais segunda opção

Marcelo Crivella (PRB) - 40%

Cesar Maia (DEM) - 31%

Lindberg Farias (PT) - 12%

Manoel Ferreira (PR) - 10%

Jorge Picciani (PMDB) - 8%

Marcelo Cerqueira (PPS) - 5%

Waguinho (PTdoB) - 4%

Milton Temer (PSOL) - 4%

Aspásia Camargo (PV) - 3%

A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no último dia 26 de maio, no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), sob o registro 360132010

Redação SRZD