segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Meia Hora Online - Plantão de Polícia - Mortágua e Edmundo vão ter que se explicar

Meia Hora Online - Plantão de Polícia - Mortágua e Edmundo vão ter que se explicar

Jornal do Brasil - Rio - Complexo do Alemão terá internet sem fio e gratuita

Jornal do Brasil - Rio - Complexo do Alemão terá internet sem fio e gratuita: "Complexo do Alemão terá internet sem fio e gratuita
Portal Terra

O complexo do Alemão vai ganhar acesso gratuito à internet em junho, segundo nota divulgada pelo governo do Estado do Rio de Janeiro. O anúncio oficial será feito pelo secretário de Ciência e Tecnologia, Alexandre Cardoso, nesta segunda-feira, no Centro Técnico de Ensino Profissionalizante (Cetep) do Complexo do Alemão.

De acordo com o secretário, duas universidades estarão no comando da ação: a Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ) e a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), que firmaram parceria com o governo do Estado para a instalação de 257 antenas que cobrirão 14 favelas do conjunto.

Com um custo estimado entre R$ 3 milhões e R$ 5 milhões, o programa Rio Estado Digital no complexo do Alemão será dividido em cinco áreas, ainda indefinidas.



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Jornal do Brasil - Rio - Juiz dá voz de prisão a agente da Operação Lei Seca no Rio

Delegacia é lacrada por ordem do chefe de Polícia
Supostas extorsões a empresários e prefeituras estão sendo investigadas

Delegacia é lacrada por ordem do chefe de Polícia Supostas extorsões a empresários e prefeituras estão sendo investigadas

Rio - Quarenta e oito horas depois de a Operação Guilhotina, da Polícia Federal, fazer uma devassa na Polícia Civil e prender 38 pessoas, entre elas o ex-subchefe de Polícia Civil, Carlos Oliveira, ontem foi a vez da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado e Inquéritos Especiais (Draco-IE) entrar no foco. O chefe de Polícia Civil, delegado Allan Turnowski, determinou que a especializada fosse lacrada para a apuração de supostas denúncias de extorsão.
Foto: Felipe O'Neill / Agência O Dia

Duas equipes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) estão de plantão na porta da Draco, na Gamboa, de onde ninguém sai ou entra, para evitar que qualquer documento seja retirado. Às 8h de hoje, equipe da Corregedoria Interna (Coinpol) fará buscas na sede da delegacia.

A crise na Segurança Pública do Rio, desta vez, atravessou a esfera da Polícia Civil e esbarrou na Secretaria de Segurança Pública (Seseg), já que o diretor da Draco, Claudio Ferraz, é homem de confiança do secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame e, esta semana, será nomeado diretor da Contra-Inteligência da Secretaria.

>>> LEIA TAMBÉM: Futuro chefe da Draco terá novo sistema de proteção a testemunha

Desde a semana passada, a Draco não pertence mais aos quadros da Polícia Civil. Em Diário Oficial, foi publicado que a delegacia ficaria sob a responsabilidade da Seseg e colaboraria com a Corregedoria Geral Unificada (CGU) nas investigações de desvios de conduta de servidores públicos.

SECRETÁRIO FOI AVISADO
Para agir, Turnowski primeiro avisou a Beltrame que iria lacrar o cartório da delegacia. O secretário decidiu cancelar a viagem que faria hoje. Nem ele, nem Turnowski e nem Ferraz comentaram o caso.

Hoje de manhã, Ferraz, que não foi comunicado pelo chefe de Polícia sobre a decisão de lacrar a Draco, vai à Corregedoria Interna. Sob o comando de Ferraz, a Draco foi responsável pela prisão de mais de 700 milicianos, em sua maioria, policiais civis e militares.
Foto: Felipe O'Neill / Agência O Dia
Material apreendido pela Polícia Federal na Operação Guilhotina é apresentado na sede da PF pelo delegado Alan Dias | Foto: Felipe O'Neill / Agência O Dia

Federal apresenta material apreendido

A Polícia Federal apresentou ontem parte do material arrecadado nas buscas feitas durante a Operação Guilhotina, deflagrada na sexta-feira. Havia dois fuzis calibre 5.56, três granadas, duas carabinas, sete pistolas, um revólver, duas lunetas, 12 radiotransmissores, 49 carregadores de pistola e quatro de fuzil, além de cerca de cinco mil munições.

Parte dessas munições estava na 22ªDP (Penha). Segundo o delegado Allan Dias, foram apreendidas porque não estavam acauteladas em nome de nenhum policial, nem armazenadas no lugar correto. “Se tivéssemos feito a operação logo após a do Alemão, teríamos pego muito mais. Fizeram um verdadeiro saque lá. E revenderam armas para traficantes de facções rivais”, disse o delegado, que deve relatar o inquérito em 10 dias com o pedido de prisão de outras pessoas.

Cerca de R$ 60 mil foram apreendidos também. As investigações revelam que um PM agia como agiota e, num dia, chegava a movimentar R$ 50 mil na conta da mulher.

Ontem, o inspetor Giovanni Gaspar Fernandes se apresentou. Dos 45 mandados de prisão, 38 já foram cumpridos — dos presos, 30 são policiais.

Ontem, o prefeito Eduardo Paes voltou a comentar as acusações ao ex-subsecretário de Ordem Pública, Carlos Oliveira, um dos presos: “Graças a Deus ele não teve tempo de fazer nada. E não vamos passar a mão na cabeça de ninguém”.



fonte:O DIA

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Especialistas em gastronomia conferem receitas de ambulantes que conquistaram o público

POR KAMILLE VIOLA

Rio - Atire o primeiro “podrão” quem nunca comprou um quitute na rua na hora em que a fome apertou. E o melhor é que, numa dessas incursões, é possível descobrir verdadeiras delícias, muitas delas agora listadas no ‘Guia Carioca da Gastronomia de Rua’ (ed. Arte Ensaio, 138 págs., R$ 60), concebido e editado por Sérgio Bloch e com texto de Ines Garçoni. Levados pelo Guia Show & Lazer, especialistas em gastronomia conferiram alguns desses tesouros vendidos com muita criatividade.

O figuraça Rafael Marques há cinco anos vende, na Praia de Ipanema, o Hareburguer (de R$ 6 a R$ 8), hambúrguer de soja com receitas nada básicas. O Hare Saturno (R$ 6), feito com “hambúrguer vegetal astral, abacaxi giratório de Saturno e tomates verdes fritos”, agradou ao chef Pedro de Artagão, que comanda as cozinhas do Laguiole, no MAM, e do Soba, no Leblon. “São vários sabores. Então, a carne não faz falta”, aprovou Pedro. “É uma boa opção, porque na praia só tem coisa engordativa”, observa o chef. Rafael leva cerca de 60 ‘harebúrgueres’ no isopor. “Se tem mais movimento, a ‘haregirl’ traz mais para mim”, conta.

Erisvaldo, que vende rosca no Catete e na Glória, com o chef francês Damien Montecer, do restaurante Térèze | Foto: Felipe O´Neill/ Agência O Dia

Engraçadíssimo também é Erisvaldo Corrêa dos Santos, que abusa dos duplos sentidos para anunciar sua rosca com açúcar e canela (R$ 2) no Catete e na feira da Glória. “Eu falo: ‘Gente, acabei de queimar a rosca agora’, ou ‘Minha rosca é cheirosa e quentinha’”, conta. Em dias bons, ele vende até 400 unidades. O francês Damien Montecer, chef do Térèze, em Santa Teresa, comeu a rosca: “Ele armou uma coisa lúdica, que é a cara do carioca. Além disso, tem regularidade, faz todo dia o mesmo produto, do mesmo jeito. Isso faz sucesso”, analisa.

Há 28 anos vendendo picolé na Praia do Leblon, com marca própria, Adriano de Almeida Morais, o Morais, faz o maior sucesso no bairro. E sua especialidade, o picolé de polpa de fruta (R$ 2,50), agradou em cheio o sushiman Luis Carlos Gonçalves de Araújo, que há 16 anos trabalha no Sushi Leblon. “O picolé do Morais é maravilhoso, com boa consistência e sabor indiscutível de fruta natural”, aprova Luis Carlos. “São de frutas que eu compro na feira, na Cadeg, e só trabalho com as da época. Atualmente, os sabores são abacate, abacaxi, banana frita com canela, caju, coco, goiaba, jaca, limão, maracujá e manga”, explica Morais. Em dias de muito calor, ele leva 120 picolés no carrinho. Aos domingos, para a praia, leva 300.

Com o chapéu que lhe rendeu o apelido, Récion Gama Filho, o Curinga, prepara caipirinhas em meio a malabarismos às sextas-feiras, na Lapa, e aos sábados, na Mangueira. “É tanta gente que a minha mulher fica do meu lado, ajudando,” conta. Para uma noite na Lapa, ele carrega em geral uma caixa de vodca e dez garrafas de cachaça. O drinque vem em copo 400 ml e leva duas doses de cachaça (R$ 5), vodca comum (R$ 7) ou da marca Smirnoff (R$ 10).

Ele faz combinações como a Caipirinha do Curinga, com limão e maracujá. A sommelier Deise Novakosky, do restaurante Eça, dos supermercados Zona Sul e do ‘Happy Hour’, no GNT, provou a caipivodca de morango com hortelã. “Eu adorei, tomei assim num tapa”, conta Deise. “Muito gostosa, muito levezinha, o Curinga faz mágica”, brinca ela, fã da cultura de comida de rua: “É a cara do carioca. E, afinal, por que não?”, resume.


fonte : O DIA

O DIA ONLINE - DIVERSÃO & TV - Especialistas em gastronomia conferem receitas de ambulantes que conquistaram o público

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