terça-feira, 31 de agosto de 2010

O DIA ONLINE - ECONOMIA - Sebrae: Micro e pequenas empresas têm 50% dos empregos formais

O DIA ONLINE - ECONOMIA - Sebrae: Micro e pequenas empresas têm 50% dos empregos formais: "– Enviado usando a Barra de Ferramentas Google"

O INCA PEDE SOCORRO!!!

Quem tiver contatos no RJ, por favor, retransmitir a mensagem. É importante.
O INCA - Instituto Nacional do Câncer - fica na Praça da Cruz Vermelha - 23, no Centro do Rio).


Repasse a mensagem para quem vocês puderem, pois a situação do Instituto Nacional do Câncer
é realmente dramática. Eles não têm sangue, nem doadores. Já saíram notas nos jornais e pouco adiantou.
O Instituto Nacional do Câncer - INCA - está precisando urgentemente de doadores de sangue.
O banco de sangue está quase vazio e o Hospital enfrenta dificuldades, até para marcar cirurgias, muitas vezes, precisando recorrer a outros bancos de sangue da cidade, que também passam pela mesma dificuldade: falta de doadores.
A transfusão de sangue para pessoas com câncer é muito importante.
Sem ela, muitos pacientes não conseguiriam sobreviver aos tratamentos que envolvem drogas pesadas.
Para doar, basta chegar na portaria do Hospital com sua carteira de identidade ou qualquer documento

Ordem ou Desordem?! - Lapa

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Jornal do Brasil - Ciência e Tecnologia - Comer frutas e verduras reduz risco de câncer de pulmão em fumantes

Jornal do Brasil - Ciência e Tecnologia - Comer frutas e verduras reduz risco de câncer de pulmão em fumantes

Pergunte ao Bethlem - Camelôs

Favela em Acari será demolida para construção de conjunto habitacional

Redação SRZD


A favela Parque Nova Cidade Acari, na Zona Norte do Rio, vai ser demolida para dar lugar a um conjunto habitacional com capacidade para 1.500 famílias.

Os atuais moradores da comunidade, que vivem em situação precária, serão remanejados. Também está previsto nas obras a ampliação das redes de esgoto e abertura de vias, além de um centro de inclusão digital projetado por Oscar Niemeyer.

Outras duas favelas vizinhas, Pedreira e Nova Jerusalém, em Costa Barros, também serão beneficiadas com o programa Morar Carioca. A região que comporta as comunidades receberá três creches, escolas para alunos do Ensino Fundamental, novas praças de lazer, urbanização, sistema de drenagem, entre outras mudanças significativas. O Morro da Pedreira ficou mais conhecido depois que Wesley Rodrigues foi baleado enquanto a polícia fazia uma operação na comunidade, próxima ao Ciep Rubens Gomes, onde o menino estudava.

As obras estão orçadas em R$ 147 milhões e a previsão é que sejam iniciadas dentro de três meses. No total, cerca de 20 mil pessoas que vivem nas 5.100 casa construídas nas comunidades serão beneficiadas pelo programa, que pretende urbanizar todas as favelas do Rio até o ano de 2020.


fonte:Redação SRZD

A guerra dos pastéis





por Edmundo Leite

Seção: Lugares

Memória

24.agosto.2010 06:40:06


Pelo segundo ano consecutivo, São Paulo escolheu o seu melhor pastel de feira. A vencedora desse ano foi a barraca da Agena, que desbancou a campeã do ano passado, a Maria, que até abriu uma loja em Pinheiros depois da consagração no primeiro concurso.

Se hoje é impossível imaginar uma feira sem barraca de pastel, a ponto de o quitute ser reconhecido oficialmente como um símbolo da cidade – com a prefeitura organizando o concurso e o próprio prefeito entregando pessoalmente o prêmio – os pasteleiros nem sempre contaram com a simpatia do poder público. Ao longo dos anos tiveram que lutar contra várias administrações desde que os primeiras cuias de óleo quente apareceram nas feiras livres da cidade.

Como a maioria do comércio informal, não se sabe com precisão quando começou o comércio de pastéis nas feiras. Alguns registros dizem que foram imigrantes japoneses da ilha de Okinawa – movidos pelo aperto econômico – que deram início à tradição.

A primeira regulamentação da categoria data de 1966. Mas isso não foi garantia de tranqüilidade para os pasteleiros. Nos anos 70 e 80 foram várias ações oficiais para coibir a venda de pastéis nas feiras. Enquanto algumas apertavam a fiscalização em torno de alvarás e condições sanitárias, outras pretendiam banir completamente os pastéis das feiras.

Era o que pretendia o prefeito Olavo Setubal, que em 1978 baixou um decreto proibindo o comércio de pastéis nas feiras da capital. Os pasteleiros reagiram com pedido de mandado de segurança, protestos e pressão do sindicato junto aos vereadores.

A realidade dos pasteleiros não era muito diferente de seus colegas feirantes. Estudo recente apresentado num curso de especialização na Escola de Comunicação e Artes da USP mostra que as próprias feiras estiveram no alvo de várias administrações e que seu fim chegou a ser anunciado várias vezes.

Em 1978, a pressão contra o decreto de Setubal deu certo e os pasteleiros continuaram nas feiras. Mas de tempos em tempos tiveram que enfrentar novas investidas de diferentes gestões da prefeitura.

Mais que o apoio de suas associações e de alguns políticos, os pasteleiros contavam com um aliado poderoso que garantiria a sua permanência nas ruas: os consumidores.
Todos os dias, em diferentes pontos da cidade, milhares de pessoas que há muito deixaram de comprar frutas e hortaliças nas barracas de madeira cobertas com lona ou plástico vão às feiras em busca de um pedaço de massa recheado com os mais variados ingredientes. Aos pioneiros carne, queijo e palmito se juntaram uma infinidade de sabores, de preferência devorados acompanhados de um gelado caldo de cana. Uma guerra que valeu a pena.



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